Biografia
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2011 – Saem as canções “Meu Quintal”, “Equilíbrio”, “Língua Afiada” e a regravação “Entre o Amor e o Mar” (todas em parceria com Ná Ozzetti), além de “A Velha Fiando” (parceria com Dante Ozzetti), no CD Meu Quintal, lançado por Ná Ozzetti, selo Borandá. Sai também a canção “Tristeza do Zé” (pareceria com Zé Miguel Wisnik) no CD Indivisível, de Zé Miguel Wisnik. Gravação do DVD O Fim da Canção, em colaboração com Zé Miguel Wisnik, Arthur Nestroviski, Celso Sim e banda completa, pela gravadora SESC-SP.
2010 – Lança o seu terceiro CD solo, Sem Destino, pelo Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: “Sem Destino”, “Quando a Canção Acabar”, “De Favor”, “Por Que Nós ?” (parceria com Marcelo Jeneci), “Dia Sim, Dia Não”, “Almas Gêmeas”, “Nando e Nanda” (parceria com Dante Ozzetti), “Quem Gostou de Mim” (parceria com Jonas Tatit”) “Relembrando Nazareth” (parceria com Capiba), “Sem Palavras” (parceria com Alice Ruiz) “A Volta do Sabiá”, “Raro Destaque” e “Quem Sabe” (parceria com Itamar Assumpção). Lança o livro Semiótica à Luz de Guimarães Rosa, análise de 6 contos do volume Primeiras Estórias. Regravação da canção “Quase” por Clara Sandroni, CD Gota Pura, Biscoito Fino, e das canções “Incerteza” (com Chico Saraiva) e “Os Passionais” (com Dante Ozzetti) por Regina Machado, CD Agora o Céu Vai Ficando Claro, independente. Participa do CD Sopa de Concha, de Geraldo Leite e os amigos do Rumo, Biscoito Fino.
2009 – Sai a canção “Almas Gêmeas” com a interpretação de Ana Costa e Paulinho Moska no CD Novos Alvos de Ana Costa. Finalização do livro Semiótica à Luz de Guimarães Rosa, escrito a partir de 6 contos do romancista. Início das gravações do CD Sem Destino com 13 faixas inéditas. Regravação das canções “Capitu”, por Joyce Cândido no CD Panapaná, “Sombra” (parceria com Chico Saraiva), por Maísa Moura no CD Moira, e “Delírio, Meu!”, por Trashpour4 no CD Something Stupid.
2008 – Lançamento do livro Elos de Melodia e Letra – Análise Semiótica de Seis Canções (em col. com Ivã Carlos Lopes), pela Ateliê Editorial. Saem as canções “Vi” (parceria com Flávio Henrique), no CD Pássaro Pênsil, de Flávio Henrique; “Versão Fiel” (parceria com Manu Lafer), no CD Ta Shemá, de Manu Lafer; “Modular Paixões” (parceria com André Mehmari), no CD De Árvores e Valsas, de André Mehmari; “Nossa Escola”, “Pepe, Meu Cão” e “Bichinho” (parcerias com Sandra Peres) e “Meus Dedinhos” (parceria com Paulo Tatit), no CD Carnaval Palavra Cantada. Zélia Duncan grava “A Companheira” nos DVD e CD ao vivo intitulados Amigo é Casa, Simone e Zélia Duncan.
2007 – Lançamento do DVD / CD Rodopio, gravado no Sesc Vila Mariana de São Paulo, no mês de janeiro, contendo composições dos três primeiros CDs (Felicidade, O Meio e Ouvidos Uni-vos), além de “Alguém Total” e “Achou” (parcerias com Dante Ozzetti) e a canção “Rodopio”, esta só gravada pelo Rumo. O DVD ainda traz, como extras, as canções “Mestres Cantores”, “Dentro e Fora”, “Fome Come” e “Release”, animadas com conversas do autor com Zé Miguel Wisnik, Dante Ozzetti e a dupla da Palavra Cantada. Lançamento do livro Todos Entoam – Ensaios, Conversas e Canções, com 4 seções: (1) Vida Rumo Canção e Semiótica, (2) Ensaios, (3) Letras gravadas e (4) Entrevista, pela Publifolha. Saem as canções “A Chamar”, “Alma, Riso” e “O Prazer” (parcerias com Kristoff Silva) no álbum Em Pé no Porto, de Kristoff Silva; “Nem Camões” (parceria com Eduardo Gudin), no DVD Tocar na Banda, de Vânia Bastos; “O Tamanho da Tristeza” e “Sombra” (parcerias com Chico Saraiva), no álbum Saraivada, de Chico Saraiva, pela Biscoito Fino. Foram ainda regravadas e lançadas as canções “Da Maré” (parceria com Ricardo Breim), no CD Misteriosa Dona Esperança, de Vania Abreu e “Quase”, no CD Cassiopéia, de Clara Sandroni.
2006 – Lançamento das composições “Achou!”, “Alto-Mar”, “Prá lá”, “Praga”, “Visões” e novas versões de “Alguém Total” e “A Tardinha” (todas em parceria com Dante Ozzetti) no CD Achou!, de Ceumar e Dante Ozzetti, pela MCD. Nova versão de “Baião de quatro toques” (parceria com Zé Miguel Wisnik) gravada no CD Nobreza, de Jussara Silveira e Luiz Brasil, pelo selo Maianga. Sai a primeira gravação de “Entre o Amor e o Mar” (parceria com Ná Ozzetti), também na voz de Jussara Silveira, em novo CD que leva o título da canção, selo Maianga. Lançamento da canção “Sensação” (parceria com Eduardo Gudin) no CD Um Jeito de Fazer Samba, Eduardo Gudin & Notícias dum Brasil, pela Dabliú. “Sonho do Além”, composição em parceria com André Mehmari, sai no álbum DVD/CD André Mahmari & Ná Ozzetti, Piano e Voz, distribuído pela MCD. O CD Ouvidos Uni-vos ganha o 2º Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na categoria Música/CD.
2005 – Lançamento das composições: “Deu no que deu” (parceria com Joyce), no CD Nos Horizontes do Mundo, de Leila Pinheiro, pela Biscoito Fino; “Eco” e “Taquaras” (parcerias com Paulo Tatit), “Pé de Nabo” e “Bicicleta” (parcerias com Sandra Peres), as quatro no Álbum Pé com Pé, registrado pelo selo Palavra Cantada; “Bustrofédon: crime e amor do padre gordo bêbado e da portuguesa sarada” (parceria com Manu Lafer) no CD Grandeza, de Manu Lafer. Regravação de “Silêncio” (parceria com Fábio Tagliaferri) e “Alguém Total” (parceria com Dante Ozzetti) por Consiglia Latorre, no CD Tempo da Delicadeza, Selo Sesc. Regravação da composição “Nosso amor” (parceria com Dante Ozzetti) no álbum Piano e Voz, de André Mahmari & Ná Ozzetti. Conquista o segundo lugar no Festival Cultura com a composição “Achou” (parceria com Dante Ozzetti). Lança o seu terceiro CD solo, Ouvidos Uni-vos, pelo Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: "Baião do Tomás” (parceria com Chico Saraiva), “Final Feliz”, “Rock de Breque”, “Dodói” (parceria com Itamar Assumpção), “Minta” (parceria com Ricardo Breim), “Perdido”, “Terceira Pessoa”, “Brincadeira” (parceria com Dante Ozzetti), “Controlado”, “Tom de Quem Reclama”, “Tietê”, “A Perigo” (parceria com Edward Lopes) e “Baião de Quatro Toques” (parceria com Zé Miguel Wisnik). Esboço de Tatit: programa musical da Orquestra Jazz Sinfônica dedicado à obra do compositor, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, em 26 de outubro (curadoria de Arthur Nestrovski e Zé Miguel Wisnik).
2004 – Lançamento do livro O Século da Canção pela Ateliê Editorial. Lançamento do volume Três Canções de Tom Jobim, escrito em colaboração com Lorenzo Mammì e Arthur Nestrovski, pela editora Cosac & Naify: capítulo intitulado “Gabrielizar a Vida”. Aparecem as composições “Relembrando Nazareth” (parceria com Capiba), faixa do disco de Gonzaga Leal, Cantando Capiba: E Sentirás o Meu Cuidado, Recife, “Capitu”, na versão de Zélia Duncan, faixa do disco Eu me transformo em outras, Rio de Janeiro e as regravações de “Crápula” (com Dante Ozzetti), “Tanto Amor” (com Ricardo Breim) e “Bem Baixinho” no CD Sertão Paulista do Vesper Vocal. Nova apresentação na Argentina: abertura do Show de Tom Zé no Festival “Estación Brasil-Buenos Aires”, no teatro Gran Rex, em Buenos Aires. Como havia sido previsto na letra da canção “Release”, de 1985, o Rumo volta ao palco do Sesc Pompéia para relançar todos os seus discos em formato de CD, com distribuição da gravadora Trama.
2003 – Sai o livro infantil Pindorama, acompanhado do CD homônimo, de Sandra Peres e Luiz Tatit, pela Cosac & Naify. Composição, em parceria com Chico Saraiva, das canções “Incerteza”, “Trégua” e “Baião do Tomás”, com as quais este autor venceu a edição do Prêmio Visa de 2003. Essas composições estão no CD Trégua, de Chico Saraiva, lançado pela Eldorado e, dois anos depois, relançado pela Biscoito Fino. Gravação da canção “Baião de Quatro Toques” (parceria com José Miguel Wisnik) no disco Pérolas aos Poucos, de Wisnik. Outra parceria com este compositor, a música “Disco”, é lançada pela Publifolha no CD Música Popular Brasileira Hoje, vol. 2. Por fim, a canção “Os passionais” (parceria com Dante Ozzetti) é regravada por Roseli Martins, no CD Amálgama, da cantora. Apresentação musical na Argentina em col. com Ná Ozzetti e José Miguel Wisnik no Festival Internacional de Buenos Aires (“Noches brasileñas em B. A.”), no teatro Ateneo Espacio Cultural. O mesmo show foi levado a Portugal, por ocasião do evento “Sexta Estação da Cena Lusófona”, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.
2002 - Aprovado no concurso para Professor Titular do Departamento de Lingüística da USP. Lançamento da canção “Libélula Bela” (parceria com Fábio Tagliaferri), compondo a trilha sonora original do Programa Ilha Rá-Tim-Bum, TV Cultura. Bernardo Ajzenberg escreve sobre “Luiz Tatit” no volume Música Popular Brasileira Hoje (Folha Explica), organizado por Arthur Nestrovski e lançado pela Publifolha.
2001 – Lançamento das canções "Silêncio", "Nós seis" e "Show" (todas em parceria com Fábio Tagliaferri) no CD SÓ UM É MUITO SÓ de Fábio Tagliaferri, independente. Lançamento das canções "Terra à vista", "A tardinha", "Os passionais", "Dentro e fora", "Para dois", "Estopim" e "Nosso amor" (todas em parceria com Dante Ozzetti) no CD Ultrapássaro, de Dante Ozzetti; publicação do livro Análise semiótica através das letras pela Ateliê Editorial; lançamento da canção "O dom" (parceria com Cassio Gava) no CD Cassio Gava, Dois, Dabliú.
2000 - Indicado para o Prêmio Multicultural Estadão (Categoria "Criadores"); composição em parceria com Dante Ozzetti das canções "Dentro e fora", "Os passionais" e "Terra à vista", com as quais este autor venceu a edição do Prêmio Visa de 2000; composição em parceria com Fábio Tagliaferri da canção "Show", finalista do Festival da Música Popular da Rede Globo e que deu à Ná Ozzetti o prêmio de melhor intérprete do evento. Lançamento do segundo CD solo, O Meio, Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: "O meio", "Amor e rock", "As sílabas", "Capitu", "Batuqueiro" (parceria com Ná Ozzetti), "Atração fatal" (parceria com Ná Ozzetti), "Trio de efeitos" (parceria com José Miguel Wisnik), "Serra do Mar" (parceria com José Miguel Wisnik), "Os três sentidos", "Sonhei", "Tanto amor" (parceria com Ricardo Breim), "Esboço" e "Essa é pra acabar".
1999 – Ná Ozzetti lança Estopim, CD que contém as canções "Crápula", "Nosso amor" e "Estopim" (parcerias com Dante Ozzetti), "Toque de reunir", "Eu voltarei" e "Desfile" (parcerias com Ná Ozzetti) e "Capitu". Ana Savagni regrava "Quer uma coisa?" no disco que leva seu nome no título. Saem as canções "Noite Feliz" (parceria com Zé Tatit) e "Pinheirinho de Belém" no CD Noite Feliz, Selo Palavra Cantada.
1998 – Ney Matogrosso grava "Depois melhora" em seu CD Olhos de farol, lançado pela PolyGram. Saem ainda as canções "Pindorama" e "Gramática" (ambas em parceria com Sandra Peres) e "Fome come" (parceria com Sandra Peres e Paulo Tatit) no CD Canções curiosas, selo Palavra Cantada.
1997 – Lança seu primeiro CD solo, Felicidade, pelo Selo Dabliú, com as seguintes composições de sua autoria: “Eu sou eu”, “A companheira”, “Deu pane em São Paulo”, “Quer uma coisa?”, “Luar”, “No decorrer da madrugada”, “O menino”, “Quase”, “O rei”, “Haicai”, “Seios da voz” e “Felicidade”. Publicação do livro Musicando a semiótica: ensaios, pela AnnaBlume. Saem ainda as canções “Esboço”, regravação com o acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica, no CD Mundo São Paulo, “Deu pane em São Paulo”, interpretada por Marcia Salomon em seu disco De lalá prá cá, Dabliú, e “Marchinha da sereia” (com Hélio Ziskind) no CD Meu pé, meu querido pé, Velas.
1996 – Publicação pela Edusp do livro O Cancionista: composição de canções no Brasil. Regravação da canção “Felicidade” pela cantora Titane no CD Inseto raro, A fina ação. Saem as canções “Já sabe”, “Ana Maria” (com Sandra Peres), “É a vez do tamanduá” (com Sandra Peres e Paulo Tatit) e “Aniversário” (com Paulo Tatit), no CD Canções de brincar, Palavra Cantada.
1995 – Segunda regravação de “Ah!”, desta vez pela cantora Daúde em seu primeiro disco solo, Natasha Records.
1994 – Defende sua tese de livre-docência, sob o título Semiótica da canção: fundamentos para uma reconstrução do sentido melódico e lingüístico, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Esse trabalho é publicado, no mesmo ano, pela editora Escuta, com o título: Semiótica da canção: melodia e letra. Saem as canções “Atração fatal”, “Tempo escondido” e “Nosso dia D”, todas em parceria com Ná Ozzetti, no CD Ná; “Bondinho” (com Sandra Peres), “Sono preguiça” (com Akira Ueno) e “Dorme em paz” (com Paulo Tatit), no CD Canções de Ninar, Palavra Cantada, 1994; “Esboço” e “Mestres cantores” (esta com José Miguel Wisnik), no CD Vanguarda da Música Popular Brasileira, Audio News Collection, Vol. 5.
1993 – Grava “Mestres cantores”, composição em parceria com José Miguel Wisnik no primeiro CD solo deste compositor, lançado pelo selo Camerati. Compõe ainda, em parceria com Ricardo Breim, as canções “Da maré” e “Lua-de-mel”, para a fita do Projeto de Alfabetização Musical, produzida pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, Secretaria de Estado da Educação.
1992 – Lança com o Rumo, o CD Rumo ao vivo, pelo selo Camerati, com as seguintes composições de sua autoria: “O menino”, “Rodopio”, “Dia útil” (com Zecarlos Ribeiro), “Esboço”, “Dúvidas”, “Trio de efeitos” (com José Miguel Wisnik), “Carlão”, “Banzo”, “Felicidade”, “Aurora-o cantonovela”, “Carnaval do Geraldo” e “Essa é pra acabar”. Com esse disco o Rumo encerra, depois de 18 anos, o seu trabalho em equipe. São lançadas, ainda, as canções “Trio de efeitos” e “Disco” ambas em parceria com José Miguel Wisnik, no CD Via Paulista, Columbia, 1992.
1990 – Gravação de sua canção Dúvidas pela cantora Titane em seu primeiro LP solo, Verão de 2001, Estúdio Eldorado.
1989 – Lançamento do LP O sumo do Rumo, pelo selo Eldorado, contendo uma seleção das canções já gravadas do grupo RUMO.
1988 – Lança com o Rumo, pelo selo Eldorado, o disco infantil Quero passear com as seguintes canções de sua autoria: “Monstro”, “Marchinha do cavalo” e “Robô bibelô”. Sai a regravação de “Ah!” por Ná Ozzetti em seu primeiro LP solo. Inicia sua carreira acadêmica na Universidade de São Paulo, integrando-se ao corpo docente do Departamento de Lingüística da FFLCH. Passa a ministrar aulas de lingüística e de semiótica.
1987 – Selecionado na primeira edição de Bolsas Vitae de Artes para a realização do projeto “Composição de Canções no Brasil”. Aprovado em concurso de seleção para preenchimento de claro no Departamento de Lingüística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1986 – Defende sua tese de doutorado, sob o título Elementos semióticos para uma tipologia da canção popular brasileira, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Lança, pela Atual Editora, o livro A canção: eficácia e encanto. O Rumo grava “O rei de Roma”, composição de sua autoria, no LP Os trapalhões no rabo do cometa, WEA.
1985 – Lança com o grupo Rumo, em produção independente, o LP Caprichoso que traz as seguintes canções de sua autoria: “Delírio meu!”, “Vrum”, “Revelações”, “Noite inteira com você”, “Salve a vítima”, “No decorrer da madrugada”, “Olhando a paisagem” e “Release”.
1983 – Lança com o grupo Rumo, pela gravadora Continental, o LP Diletantismo que traz as seguintes canções de sua autoria: “Fundação da cidade”, “Diletantismo”, “Sob o domínio do frevo” (com Hélio Ziskind), “Mesmo porque”, “Nego nega”, “A banda de cá e o bando de lá”, “Saudade moderna”, “Aceita a serenata”, “Sorriso”, “Hora da vida” e “Início”.
1982 – Defende sua dissertação de mestrado, sob o título Por uma semiótica da canção popular, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1981 – Grava, com o Grupo, em produção independente, os LPs Rumo e Rumo aos antigos, e lança-os simultaneamente no mercado. O primeiro disco traz as seguintes canções de sua autoria: “Encontro”, “Época de sonho”, “Ah!”, “Acho pouco”, “Verdadeiro amor”, “Canção bonita”, “Ninguém chora por você”, “Minha cabeça” (c/ Zecarlos Ribeiro), “Carnaval do Geraldo”, “Bem baixinho”, “Nostalgia e modernidade” e “Velha morena”. O segundo traz “Pro bem da cidade” e diversas reinterpretações de canções de Noel, Lamartine e Sinho.
1979 – Conclui seu segundo bacharelado, desta vez em Música (Composição) na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
1978 – Conclui seu bacharelado em Letras (Lingüística) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1977 – Ao lado do trabalho de criação de novas canções, Luiz inicia, com o Grupo Rumo, o projeto “Rumo aos antigos”, no qual reelabora canções das décadas de 1920 e 1930 para reapresentá-las ao público. Noel Rosa, Lamartine Babo e Sinhô foram os primeiros autores visitados.
1974 – Dá início às atividades do Grupo Rumo, juntamente com Hélio Ziskind, Geraldo Leite, Paulo Tatit, Gal Oppido, Zecarlos Ribeiro e Akira Ueno (nos anos seguintes, ainda ingressariam no grupo Pedro Mourão (1976), Ná Ozzetti (1978) e Ciça Tuccori (1980)), com o propósito de ampliar as perspectivas de composição, interpretação e arranjo instrumental da canção popular brasileira. Iniciam-se as apresentações ao público.
1951 – Luiz (Augusto de Moraes) Tatit nasce na cidade de São Paulo (Brasil), bairro de Pinheiros, aos 23 de outubro.
2010 – Lança o seu terceiro CD solo, Sem Destino, pelo Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: “Sem Destino”, “Quando a Canção Acabar”, “De Favor”, “Por Que Nós ?” (parceria com Marcelo Jeneci), “Dia Sim, Dia Não”, “Almas Gêmeas”, “Nando e Nanda” (parceria com Dante Ozzetti), “Quem Gostou de Mim” (parceria com Jonas Tatit”) “Relembrando Nazareth” (parceria com Capiba), “Sem Palavras” (parceria com Alice Ruiz) “A Volta do Sabiá”, “Raro Destaque” e “Quem Sabe” (parceria com Itamar Assumpção). Lança o livro Semiótica à Luz de Guimarães Rosa, análise de 6 contos do volume Primeiras Estórias. Regravação da canção “Quase” por Clara Sandroni, CD Gota Pura, Biscoito Fino, e das canções “Incerteza” (com Chico Saraiva) e “Os Passionais” (com Dante Ozzetti) por Regina Machado, CD Agora o Céu Vai Ficando Claro, independente. Participa do CD Sopa de Concha, de Geraldo Leite e os amigos do Rumo, Biscoito Fino.
2009 – Sai a canção “Almas Gêmeas” com a interpretação de Ana Costa e Paulinho Moska no CD Novos Alvos de Ana Costa. Finalização do livro Semiótica à Luz de Guimarães Rosa, escrito a partir de 6 contos do romancista. Início das gravações do CD Sem Destino com 13 faixas inéditas. Regravação das canções “Capitu”, por Joyce Cândido no CD Panapaná, “Sombra” (parceria com Chico Saraiva), por Maísa Moura no CD Moira, e “Delírio, Meu!”, por Trashpour4 no CD Something Stupid.
2008 – Lançamento do livro Elos de Melodia e Letra – Análise Semiótica de Seis Canções (em col. com Ivã Carlos Lopes), pela Ateliê Editorial. Saem as canções “Vi” (parceria com Flávio Henrique), no CD Pássaro Pênsil, de Flávio Henrique; “Versão Fiel” (parceria com Manu Lafer), no CD Ta Shemá, de Manu Lafer; “Modular Paixões” (parceria com André Mehmari), no CD De Árvores e Valsas, de André Mehmari; “Nossa Escola”, “Pepe, Meu Cão” e “Bichinho” (parcerias com Sandra Peres) e “Meus Dedinhos” (parceria com Paulo Tatit), no CD Carnaval Palavra Cantada. Zélia Duncan grava “A Companheira” nos DVD e CD ao vivo intitulados Amigo é Casa, Simone e Zélia Duncan.
2007 – Lançamento do DVD / CD Rodopio, gravado no Sesc Vila Mariana de São Paulo, no mês de janeiro, contendo composições dos três primeiros CDs (Felicidade, O Meio e Ouvidos Uni-vos), além de “Alguém Total” e “Achou” (parcerias com Dante Ozzetti) e a canção “Rodopio”, esta só gravada pelo Rumo. O DVD ainda traz, como extras, as canções “Mestres Cantores”, “Dentro e Fora”, “Fome Come” e “Release”, animadas com conversas do autor com Zé Miguel Wisnik, Dante Ozzetti e a dupla da Palavra Cantada. Lançamento do livro Todos Entoam – Ensaios, Conversas e Canções, com 4 seções: (1) Vida Rumo Canção e Semiótica, (2) Ensaios, (3) Letras gravadas e (4) Entrevista, pela Publifolha. Saem as canções “A Chamar”, “Alma, Riso” e “O Prazer” (parcerias com Kristoff Silva) no álbum Em Pé no Porto, de Kristoff Silva; “Nem Camões” (parceria com Eduardo Gudin), no DVD Tocar na Banda, de Vânia Bastos; “O Tamanho da Tristeza” e “Sombra” (parcerias com Chico Saraiva), no álbum Saraivada, de Chico Saraiva, pela Biscoito Fino. Foram ainda regravadas e lançadas as canções “Da Maré” (parceria com Ricardo Breim), no CD Misteriosa Dona Esperança, de Vania Abreu e “Quase”, no CD Cassiopéia, de Clara Sandroni.
2006 – Lançamento das composições “Achou!”, “Alto-Mar”, “Prá lá”, “Praga”, “Visões” e novas versões de “Alguém Total” e “A Tardinha” (todas em parceria com Dante Ozzetti) no CD Achou!, de Ceumar e Dante Ozzetti, pela MCD. Nova versão de “Baião de quatro toques” (parceria com Zé Miguel Wisnik) gravada no CD Nobreza, de Jussara Silveira e Luiz Brasil, pelo selo Maianga. Sai a primeira gravação de “Entre o Amor e o Mar” (parceria com Ná Ozzetti), também na voz de Jussara Silveira, em novo CD que leva o título da canção, selo Maianga. Lançamento da canção “Sensação” (parceria com Eduardo Gudin) no CD Um Jeito de Fazer Samba, Eduardo Gudin & Notícias dum Brasil, pela Dabliú. “Sonho do Além”, composição em parceria com André Mehmari, sai no álbum DVD/CD André Mahmari & Ná Ozzetti, Piano e Voz, distribuído pela MCD. O CD Ouvidos Uni-vos ganha o 2º Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na categoria Música/CD.
2005 – Lançamento das composições: “Deu no que deu” (parceria com Joyce), no CD Nos Horizontes do Mundo, de Leila Pinheiro, pela Biscoito Fino; “Eco” e “Taquaras” (parcerias com Paulo Tatit), “Pé de Nabo” e “Bicicleta” (parcerias com Sandra Peres), as quatro no Álbum Pé com Pé, registrado pelo selo Palavra Cantada; “Bustrofédon: crime e amor do padre gordo bêbado e da portuguesa sarada” (parceria com Manu Lafer) no CD Grandeza, de Manu Lafer. Regravação de “Silêncio” (parceria com Fábio Tagliaferri) e “Alguém Total” (parceria com Dante Ozzetti) por Consiglia Latorre, no CD Tempo da Delicadeza, Selo Sesc. Regravação da composição “Nosso amor” (parceria com Dante Ozzetti) no álbum Piano e Voz, de André Mahmari & Ná Ozzetti. Conquista o segundo lugar no Festival Cultura com a composição “Achou” (parceria com Dante Ozzetti). Lança o seu terceiro CD solo, Ouvidos Uni-vos, pelo Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: "Baião do Tomás” (parceria com Chico Saraiva), “Final Feliz”, “Rock de Breque”, “Dodói” (parceria com Itamar Assumpção), “Minta” (parceria com Ricardo Breim), “Perdido”, “Terceira Pessoa”, “Brincadeira” (parceria com Dante Ozzetti), “Controlado”, “Tom de Quem Reclama”, “Tietê”, “A Perigo” (parceria com Edward Lopes) e “Baião de Quatro Toques” (parceria com Zé Miguel Wisnik). Esboço de Tatit: programa musical da Orquestra Jazz Sinfônica dedicado à obra do compositor, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, em 26 de outubro (curadoria de Arthur Nestrovski e Zé Miguel Wisnik).
2004 – Lançamento do livro O Século da Canção pela Ateliê Editorial. Lançamento do volume Três Canções de Tom Jobim, escrito em colaboração com Lorenzo Mammì e Arthur Nestrovski, pela editora Cosac & Naify: capítulo intitulado “Gabrielizar a Vida”. Aparecem as composições “Relembrando Nazareth” (parceria com Capiba), faixa do disco de Gonzaga Leal, Cantando Capiba: E Sentirás o Meu Cuidado, Recife, “Capitu”, na versão de Zélia Duncan, faixa do disco Eu me transformo em outras, Rio de Janeiro e as regravações de “Crápula” (com Dante Ozzetti), “Tanto Amor” (com Ricardo Breim) e “Bem Baixinho” no CD Sertão Paulista do Vesper Vocal. Nova apresentação na Argentina: abertura do Show de Tom Zé no Festival “Estación Brasil-Buenos Aires”, no teatro Gran Rex, em Buenos Aires. Como havia sido previsto na letra da canção “Release”, de 1985, o Rumo volta ao palco do Sesc Pompéia para relançar todos os seus discos em formato de CD, com distribuição da gravadora Trama.
2003 – Sai o livro infantil Pindorama, acompanhado do CD homônimo, de Sandra Peres e Luiz Tatit, pela Cosac & Naify. Composição, em parceria com Chico Saraiva, das canções “Incerteza”, “Trégua” e “Baião do Tomás”, com as quais este autor venceu a edição do Prêmio Visa de 2003. Essas composições estão no CD Trégua, de Chico Saraiva, lançado pela Eldorado e, dois anos depois, relançado pela Biscoito Fino. Gravação da canção “Baião de Quatro Toques” (parceria com José Miguel Wisnik) no disco Pérolas aos Poucos, de Wisnik. Outra parceria com este compositor, a música “Disco”, é lançada pela Publifolha no CD Música Popular Brasileira Hoje, vol. 2. Por fim, a canção “Os passionais” (parceria com Dante Ozzetti) é regravada por Roseli Martins, no CD Amálgama, da cantora. Apresentação musical na Argentina em col. com Ná Ozzetti e José Miguel Wisnik no Festival Internacional de Buenos Aires (“Noches brasileñas em B. A.”), no teatro Ateneo Espacio Cultural. O mesmo show foi levado a Portugal, por ocasião do evento “Sexta Estação da Cena Lusófona”, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.
2002 - Aprovado no concurso para Professor Titular do Departamento de Lingüística da USP. Lançamento da canção “Libélula Bela” (parceria com Fábio Tagliaferri), compondo a trilha sonora original do Programa Ilha Rá-Tim-Bum, TV Cultura. Bernardo Ajzenberg escreve sobre “Luiz Tatit” no volume Música Popular Brasileira Hoje (Folha Explica), organizado por Arthur Nestrovski e lançado pela Publifolha.
2001 – Lançamento das canções "Silêncio", "Nós seis" e "Show" (todas em parceria com Fábio Tagliaferri) no CD SÓ UM É MUITO SÓ de Fábio Tagliaferri, independente. Lançamento das canções "Terra à vista", "A tardinha", "Os passionais", "Dentro e fora", "Para dois", "Estopim" e "Nosso amor" (todas em parceria com Dante Ozzetti) no CD Ultrapássaro, de Dante Ozzetti; publicação do livro Análise semiótica através das letras pela Ateliê Editorial; lançamento da canção "O dom" (parceria com Cassio Gava) no CD Cassio Gava, Dois, Dabliú.
2000 - Indicado para o Prêmio Multicultural Estadão (Categoria "Criadores"); composição em parceria com Dante Ozzetti das canções "Dentro e fora", "Os passionais" e "Terra à vista", com as quais este autor venceu a edição do Prêmio Visa de 2000; composição em parceria com Fábio Tagliaferri da canção "Show", finalista do Festival da Música Popular da Rede Globo e que deu à Ná Ozzetti o prêmio de melhor intérprete do evento. Lançamento do segundo CD solo, O Meio, Selo Dabliú, contendo as seguintes composições: "O meio", "Amor e rock", "As sílabas", "Capitu", "Batuqueiro" (parceria com Ná Ozzetti), "Atração fatal" (parceria com Ná Ozzetti), "Trio de efeitos" (parceria com José Miguel Wisnik), "Serra do Mar" (parceria com José Miguel Wisnik), "Os três sentidos", "Sonhei", "Tanto amor" (parceria com Ricardo Breim), "Esboço" e "Essa é pra acabar".
1999 – Ná Ozzetti lança Estopim, CD que contém as canções "Crápula", "Nosso amor" e "Estopim" (parcerias com Dante Ozzetti), "Toque de reunir", "Eu voltarei" e "Desfile" (parcerias com Ná Ozzetti) e "Capitu". Ana Savagni regrava "Quer uma coisa?" no disco que leva seu nome no título. Saem as canções "Noite Feliz" (parceria com Zé Tatit) e "Pinheirinho de Belém" no CD Noite Feliz, Selo Palavra Cantada.
1998 – Ney Matogrosso grava "Depois melhora" em seu CD Olhos de farol, lançado pela PolyGram. Saem ainda as canções "Pindorama" e "Gramática" (ambas em parceria com Sandra Peres) e "Fome come" (parceria com Sandra Peres e Paulo Tatit) no CD Canções curiosas, selo Palavra Cantada.
1997 – Lança seu primeiro CD solo, Felicidade, pelo Selo Dabliú, com as seguintes composições de sua autoria: “Eu sou eu”, “A companheira”, “Deu pane em São Paulo”, “Quer uma coisa?”, “Luar”, “No decorrer da madrugada”, “O menino”, “Quase”, “O rei”, “Haicai”, “Seios da voz” e “Felicidade”. Publicação do livro Musicando a semiótica: ensaios, pela AnnaBlume. Saem ainda as canções “Esboço”, regravação com o acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica, no CD Mundo São Paulo, “Deu pane em São Paulo”, interpretada por Marcia Salomon em seu disco De lalá prá cá, Dabliú, e “Marchinha da sereia” (com Hélio Ziskind) no CD Meu pé, meu querido pé, Velas.
1996 – Publicação pela Edusp do livro O Cancionista: composição de canções no Brasil. Regravação da canção “Felicidade” pela cantora Titane no CD Inseto raro, A fina ação. Saem as canções “Já sabe”, “Ana Maria” (com Sandra Peres), “É a vez do tamanduá” (com Sandra Peres e Paulo Tatit) e “Aniversário” (com Paulo Tatit), no CD Canções de brincar, Palavra Cantada.
1995 – Segunda regravação de “Ah!”, desta vez pela cantora Daúde em seu primeiro disco solo, Natasha Records.
1994 – Defende sua tese de livre-docência, sob o título Semiótica da canção: fundamentos para uma reconstrução do sentido melódico e lingüístico, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Esse trabalho é publicado, no mesmo ano, pela editora Escuta, com o título: Semiótica da canção: melodia e letra. Saem as canções “Atração fatal”, “Tempo escondido” e “Nosso dia D”, todas em parceria com Ná Ozzetti, no CD Ná; “Bondinho” (com Sandra Peres), “Sono preguiça” (com Akira Ueno) e “Dorme em paz” (com Paulo Tatit), no CD Canções de Ninar, Palavra Cantada, 1994; “Esboço” e “Mestres cantores” (esta com José Miguel Wisnik), no CD Vanguarda da Música Popular Brasileira, Audio News Collection, Vol. 5.
1993 – Grava “Mestres cantores”, composição em parceria com José Miguel Wisnik no primeiro CD solo deste compositor, lançado pelo selo Camerati. Compõe ainda, em parceria com Ricardo Breim, as canções “Da maré” e “Lua-de-mel”, para a fita do Projeto de Alfabetização Musical, produzida pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, Secretaria de Estado da Educação.
1992 – Lança com o Rumo, o CD Rumo ao vivo, pelo selo Camerati, com as seguintes composições de sua autoria: “O menino”, “Rodopio”, “Dia útil” (com Zecarlos Ribeiro), “Esboço”, “Dúvidas”, “Trio de efeitos” (com José Miguel Wisnik), “Carlão”, “Banzo”, “Felicidade”, “Aurora-o cantonovela”, “Carnaval do Geraldo” e “Essa é pra acabar”. Com esse disco o Rumo encerra, depois de 18 anos, o seu trabalho em equipe. São lançadas, ainda, as canções “Trio de efeitos” e “Disco” ambas em parceria com José Miguel Wisnik, no CD Via Paulista, Columbia, 1992.
1990 – Gravação de sua canção Dúvidas pela cantora Titane em seu primeiro LP solo, Verão de 2001, Estúdio Eldorado.
1989 – Lançamento do LP O sumo do Rumo, pelo selo Eldorado, contendo uma seleção das canções já gravadas do grupo RUMO.
1988 – Lança com o Rumo, pelo selo Eldorado, o disco infantil Quero passear com as seguintes canções de sua autoria: “Monstro”, “Marchinha do cavalo” e “Robô bibelô”. Sai a regravação de “Ah!” por Ná Ozzetti em seu primeiro LP solo. Inicia sua carreira acadêmica na Universidade de São Paulo, integrando-se ao corpo docente do Departamento de Lingüística da FFLCH. Passa a ministrar aulas de lingüística e de semiótica.
1987 – Selecionado na primeira edição de Bolsas Vitae de Artes para a realização do projeto “Composição de Canções no Brasil”. Aprovado em concurso de seleção para preenchimento de claro no Departamento de Lingüística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1986 – Defende sua tese de doutorado, sob o título Elementos semióticos para uma tipologia da canção popular brasileira, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Lança, pela Atual Editora, o livro A canção: eficácia e encanto. O Rumo grava “O rei de Roma”, composição de sua autoria, no LP Os trapalhões no rabo do cometa, WEA.
1985 – Lança com o grupo Rumo, em produção independente, o LP Caprichoso que traz as seguintes canções de sua autoria: “Delírio meu!”, “Vrum”, “Revelações”, “Noite inteira com você”, “Salve a vítima”, “No decorrer da madrugada”, “Olhando a paisagem” e “Release”.
1983 – Lança com o grupo Rumo, pela gravadora Continental, o LP Diletantismo que traz as seguintes canções de sua autoria: “Fundação da cidade”, “Diletantismo”, “Sob o domínio do frevo” (com Hélio Ziskind), “Mesmo porque”, “Nego nega”, “A banda de cá e o bando de lá”, “Saudade moderna”, “Aceita a serenata”, “Sorriso”, “Hora da vida” e “Início”.
1982 – Defende sua dissertação de mestrado, sob o título Por uma semiótica da canção popular, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1981 – Grava, com o Grupo, em produção independente, os LPs Rumo e Rumo aos antigos, e lança-os simultaneamente no mercado. O primeiro disco traz as seguintes canções de sua autoria: “Encontro”, “Época de sonho”, “Ah!”, “Acho pouco”, “Verdadeiro amor”, “Canção bonita”, “Ninguém chora por você”, “Minha cabeça” (c/ Zecarlos Ribeiro), “Carnaval do Geraldo”, “Bem baixinho”, “Nostalgia e modernidade” e “Velha morena”. O segundo traz “Pro bem da cidade” e diversas reinterpretações de canções de Noel, Lamartine e Sinho.
1979 – Conclui seu segundo bacharelado, desta vez em Música (Composição) na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
1978 – Conclui seu bacharelado em Letras (Lingüística) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
1977 – Ao lado do trabalho de criação de novas canções, Luiz inicia, com o Grupo Rumo, o projeto “Rumo aos antigos”, no qual reelabora canções das décadas de 1920 e 1930 para reapresentá-las ao público. Noel Rosa, Lamartine Babo e Sinhô foram os primeiros autores visitados.
1974 – Dá início às atividades do Grupo Rumo, juntamente com Hélio Ziskind, Geraldo Leite, Paulo Tatit, Gal Oppido, Zecarlos Ribeiro e Akira Ueno (nos anos seguintes, ainda ingressariam no grupo Pedro Mourão (1976), Ná Ozzetti (1978) e Ciça Tuccori (1980)), com o propósito de ampliar as perspectivas de composição, interpretação e arranjo instrumental da canção popular brasileira. Iniciam-se as apresentações ao público.
1951 – Luiz (Augusto de Moraes) Tatit nasce na cidade de São Paulo (Brasil), bairro de Pinheiros, aos 23 de outubro.















